
Título: Eu Era Um Dragão
Autor: Ana Maria Machado
Sinopse: Ana Maria Machado, ganhadora do prêmio internacional Hans Christian Andersen, em 2000, considerado o Nobel da Literatura para crianças e adolescentes, conhece como ninguém a importância da experiência imaginária na infância, o papel formador da literatura e a sensibilidade que as crianças têm para imergir com rapidez no reino da fantasia. É o que ocorre na história Eu era um dragão. Marco chega à casa de Luísa e de Taís usando uma capa preta e uma espada. Sentindo-se um herói, convida as meninas para cavalgarem por lugares longínquos, misteriosos. Foram todos para a cozinha buscar os cavalos encantados e outras capas. Em um passe de mágica, rainha, princesas, um super-herói e um dragão terrível entram em cena.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Eu Era Um Dragão”, de Ana Maria Machado, publicado pela editora Global Editora, em 2001 e com 16 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 16
Ano: 2001
Edição: Literatura Infantojuvenil
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526007378
ISBN13: 9788526007376
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,820
- Altura (cm): 26,00
- Largura (cm): 18,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
