
Título: Eu, Malika Oufkir: Prisioneira do Rei
Autor: Malika Oufkir
Sinopse: Malika Oufkir foi criada como uma princesa. Filha de um general, chefe do exército e da polícia secreta do Marrocos, ela foi adotada pelo rei Mohammed V e, depois da morte dele, por seu filho Hussein II, vivendo até os dezoito anos como se fosse uma princesa. Morou em palácios, recebeu uma educação refinada, circulou pelo mundo em jatos executivos e se acostumou a conviver com reis e artistas de cinema, vestindo-se com os costureiros mais caros de Paris.Um dia, porém, quando seu verdadeiro pai, Mohamed Oufkir, tentou um golpe de Estado para derrubar Hussein, essa vida de sonhos começou a ruir e a se transformar num pesadelo. Seu pai foi assassinado e ela, a mãe e seus cinco irmãos foram levados para uma prisão em algum lugar do Saara. Durante vinte anos eles viveram em condições desumanas, submetidos a toda sorte de humilhações, até conseguirem escapar da polícia de Hussein numa arriscada fuga pelo deserto.Esta é a história que a própria Malika e a jornalista francesa Michèle Fitoussi contam em Eu, Malika Oufkir, prisioneira do rei. Uma história de "dar calafrios", como escreve o jornalista Fernando Moraes na orelha do livro.
Contexto da obra
Nas biografias, obras como esta costumam chamar atenção pelo encontro entre trajetória pessoal e contexto histórico. “Eu, Malika Oufkir: Prisioneira do Rei”, de Malika Oufkir, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2000 e com 368 páginas, integra a categoria Livros de Biografias. Por isso, o livro tende a ganhar mais profundidade quando o leitor observa também o mundo que se desenha ao redor da trajetória narrada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 368
Ano: 2000
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 857164991X
ISBN13: 9788571649910
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,445
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,90
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
