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Eu me amo (Eu acho)

Título: Eu me amo (Eu acho)

Autor: Sabrina Guzzon

Sinopse: “Quando você ama, ama. Quando você quer, quer. Desculpas são usadas por quem perdeu ou nunca teve interesse em você”. Como encontrar o amor, inclusive o próprio, depois de várias tentativas? Nesta prosa autoficcional divertida e às vezes ácida, Sabrina Guzzon conta a saga de uma mulher em busca de um final feliz. Prepare-se para um tratado honesto e contemporâneo sobre as relações amorosas e sobre o autoconhecimento. “Ser amada, afinal, faz da vida verão”. Neste texto em primeira pessoa, Sabrina Guzzon constrói uma personagem que não tem medo de expor fragilidades e traumas de maneira honesta e sem freios. Os cenários são de cinema, enquanto ela busca fazer da sua vida um filme. A jornada dessa (anti?) heroína é aprofundada a partir da sua longa lista de romances (ou projetos de) e de reflexões sobre o cotidiano, a pandemia e a maternidade. Em meio a amores casuais, amassos na balada, enganações, abusos e tretas familiares, você também vai encontrar nessas páginas amor, ódio, redenção. E entender que todas as histórias merecem um final feliz.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Eu me amo (Eu acho)”, de Sabrina Guzzon, publicado pela editora Paraquedas, em 2023 e com 166 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Paraquedas

Páginas: 166

Ano: 2023

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 6584764877

ISBN13: 9786584764873

    Sobre a editora

    Os livros da editora Paraquedas convidam o leitor a uma experiência marcada pela reflexão profunda sobre temas como a finitude, a memória e as transformações pessoais. O catálogo reúne obras que transitam entre o ensaio sensível, a prosa poética e a narrativa autoficcional, explorando tanto o íntimo quanto questões sociais, como o enfrentamento da doença, as relações familiares e os processos de identidade. O tom varia do contemplativo ao crítico, com ritmo que ora é meditativo, ora mais direto e envolvente, sempre com uma linguagem que privilegia a emoção e a autenticidade. Há obras que se destacam pela densidade emocional e outras que se aproximam do relato cotidiano, compondo um conjunto que dialoga com leitores interessados em experiências literárias que misturam poesia, memórias e questionamentos existenciais.

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