
Título: Eu Prefiro Ter Um Filho Morto
Autor: Silva da
Sinopse: “Ex-gay”: isso existe? Essa era a pergunta que todo mundo fazia a Odacyr Roberth quando ele falava sobre o tema que estava investigando. Muito além de propor provar ou negar a possibilidade da existência de ex-gays, neste livro o autor identifica as causas que levam um homossexual a querer deixar de sê-lo e busca compreender significados atribuídos a essas causas pelos homens que alegaram ter passado por essa experiência. As quatro trajetórias de vida aqui relatadas apresentam algumas similaridades e muitas particularidades. Eu prefiro ter um filho morto fala de vidas, paixões, desejos realizados e reprimidos, renúncias, busca pela completude e sentido para a vida – e, principalmente, fala de escolhas desumanas que determinados contextos sociais impõem aos indivíduos homossexuais.
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “Eu Prefiro Ter Um Filho Morto”, de Silva da, publicado pela editora Appris, em 2019 e com 147 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Appris
Páginas: 147
Ano: 2019
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8547341285
ISBN13: 9788547341282
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,80
- Espessura (cm): 0,20
Sobre a editora
Os livros da editora APPRIS convidam a uma leitura que combina rigor acadêmico com um olhar atento às questões sociais, culturais e ambientais contemporâneas. A experiência de leitura frequentemente traz análises detalhadas sobre temas como educação especial, sustentabilidade, direitos indígenas e história social, sempre com um tom reflexivo e fundamentado em pesquisas sólidas. O catálogo reúne obras que transitam entre abordagens teóricas e relatos de campo, muitas vezes em contextos brasileiros ou latino-americanos, oferecendo ao leitor um contato direto com debates atuais e complexos. Em meio a esse cenário, há textos que exploram desde a filosofia e a psicanálise até a museologia e a comunicação, revelando uma diversidade que se equilibra entre o mais narrativo e o mais analítico.
