Skip to content Skip to footer
Eu, Robot (Nébula #96): I, Robot

Título: Eu, Robot (Nébula #96): I, Robot

Autor: Isaac Asimov

Sinopse: EU, ROBOT de Isaac Asimov [I, Robot (Dezembro /1950) -- The Positronic Robot Stories, #1 -- I, Robot é uma coletânea de contos escrita pelo russo-americano Isaac Asimov. Os contos já haviam sido publicados em revistas. Asimov amarra os contos uns aos outros, como uma pesquisa de um jornalista, que vai entrevistando as pessoas e aí entram os contos. Um dos maiores sucessos de Asimov, contém as Três Leis da Robótica, enunciadas por Asimov e amplamente aceitas até por outros autores. O título da coletânea veio do conto "I, Robot" (1939), de Eando Binder (pseudónimo de Earl & Otto Binder). Asimov queria que o título fosse Mind and Iron, e inicialmente se opôs quando a editora usou o mesmo nome do conto. Isaac Asimov foi fortemente influenciada pelo conto. Em sua introdução escrita para o conto em Isaac Asimov Presents the Great SF Stories (1979), Asimov escreveu: “Ele certamente me chamou a atenção. Dois meses depois que eu o li, eu comecei 'Robbie', sobre um simpático robô, e que foi o início de minha série de robôs positrônicos. Onze anos mais tarde, quando nove das minhas histórias de robôs foram coletados em um livro, o editor deu o título de I, Robot sobre as minhas objecções. Meu livro é agora o mais famoso, mas o conto de Otto "Eando" Binder veio primeiro".” O livro é composto de 9 contos que, de forma sucessiva, discorrem sobre a evolução dos robôs através do tempo. A obra se inicia com o conto intitulado "Robbie", um robô-babá incapaz de falar que é discriminado e repudiado pelas pessoas da Terra, culminando com a proibição do uso de robôs no planeta. "Eu, robô" culmina no último conto, no qual a Terra é governada pelo "Coordenador Mundial" Stephen Byerley (sob o qual pairam suspeitas de ser um robô) que administra a Terra através do uso de 4 "máquinas" que ditam o funcionamento da produção, consumo e emprego da mão-de-obra. [Wikipédia]. ==== AS TRÊS LEIS DA ROBÓTICA 1. Um robot não pode causar dano a um ser humano nem, por inacção, permitir que qualquer humano sofra danos. 2. Um robot deve cumprir as ordens que lhe forem dadas por seres humanos, excepto nos casos em que essas ordens colidam com a Primeira Lei. 3. Um robot deve proteger a própria existência desde que essa protecção não colida com a Primeira ou com a Segunda Lei Isaac Asimov alterou para sempre a nossa percepção dos robots quando formulou as já clássicas leis que governam o seu comportamento. Em Eu, Robot, Asimov faz a crónica do desenvolvimento do robot desde as suas primitivas origens no nosso presente até ao derradeiro aperfeiçoamento num futuro não tão distante — um futuro no qual a própria Humanidade poderá vir a ser considerada obsoleta. Histórias de robots que enlouquecem, de robots que lêem a mente, robots com sentido de humor, robots filósofos, robots políticos e robots que, secretamente, governam o mundo, tudo contado com a mistura dramática de factos científicos e de ficção científica que se tornou a imagem de marca de Asimov.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Eu, Robot (Nébula #96): I, Robot”, de Isaac Asimov, publicado pela editora [Mem Martins] Publicações Europa-América, em 2004 e com 214 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: [Mem Martins] Publicações Europa-América

Páginas: 214

Ano: 2004

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9789721054417

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Isaac Asimov conduz a uma imersão em universos onde a lógica e a ciência se entrelaçam com dilemas humanos profundos. A prosa é clara, direta e muitas vezes metódica, criando um ritmo que equilibra a tensão intelectual com a exploração de personagens complexos, especialmente em ambientes futuristas ou tecnológicos. A narrativa frequentemente propõe perguntas sobre o futuro da humanidade, a convivência com a inteligência artificial e os limites da razão, sem perder o foco em tramas que misturam mistério, aventura e especulação científica. Em alguns momentos, o tom se torna mais contemplativo e filosófico, enquanto em outros a ação e o suspense ganham espaço, o que revela uma versatilidade que atravessa diferentes subgêneros da ficção científica. Essa dinâmica convida o leitor a refletir sobre o papel da ciência e da moralidade em sociedades distantes, ao mesmo tempo em que se envolve em histórias bem estruturadas.

    Ver mais sobre o autor

    Leave a comment

    E-mail
    Password
    Confirm Password
    0
      0
      Seu Carrinho
      Carrinho VazioContinue Comprando
      0,0
      (0 avaliações)
      Clique no livrinho correspondente para avaliar.