
Título: Eu servi o Rei da Inglaterra
Autor: Bohumil Hrabal
Sinopse: Ditie é um homem minúsculo com grandes ambições. Às vésperas da Segunda Guerra, trabalha como ajudante de garçom num hotel de Praga e quer fazer fortuna. Adoravelmente ingênuo, Ditie é chamado a prestar serviços às belas garotas de programa do hotel, insatisfeitas sexualmente. Fica tão fascinado com o sexo quanto com a sabedoria do companheiro de trabalho, um garçom que já serviu o rei da Inglaterra. Ditie vai se deixando levar, aproveitando as oportunidades.Casa-se com uma ardente instrutora de ginástica nazista e depois da guerra concretiza o sonho de se tornar dono de um hotel de primeira classe, mas um passado colaboracionista e a instauração do comunismo na Tchecoslováquia atrapalham seus planos. As dificuldades vão levar esse homenzinho a uma compreensão mais ampla de si mesmo e o farão escrever suas memórias - este livro, esta história hilariante e pungente, erótica e profunda.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Eu servi o Rei da Inglaterra”, de Bohumil Hrabal, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2002 e com 224 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 224
Ano: 2002
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535902732
ISBN13: 9788535902730
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,283
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
