
Título: Eu sou a Lenda
Autor: Richard Matheson
Sinopse: Adaptado para as telas dos cinemas numa superprodução estrelada por Will Smith, EU SOU A LENDA, o clássico conto de ficção científica e horror de Richard Matheson, está de volta na forma de uma aterrorizante adaptação em quadrinhos escrita por Steve Niles (de 30 Dias de Noite) e ilustrada por Elman Brown. "Ele ainda podia ouvi-los do lado de fora: seus murmúrios, seus passos se aproximando, seus gritos, seus grunhidos e as lutas entre eles próprios. De vez em quando, uma pedra ou um tijolo atingiam a casa. Às vezes, um cão latia. E todos eles estavam lá pelo mesmo motivo. Robert Neville fechou os olhos por um instante e apertou os lábios em uma linha fina. Então ele abriu os olhos e acendeu outro cigarro, deixando a fumaça entrar profundamente em seus pulmões. Ele gostaria de ter tornado a casa à prova de som. Mesmo depois de cinco meses, os sons ainda mexiam com seus nervos. Às vezes, ele colocava fones de ouvido, mas não queria ter a sensação de que eles o estavam forçando a se fechar numa concha. Ele fechou os olhos de novo. "Eram as mulheres que dificultavam tudo", ele pensou. As mulheres posando como marionetes obscenas na noite, esperando que ele as visse e decidisse sair."
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Eu sou a Lenda”, de Richard Matheson, publicado pela editora Devir, em 2010 e com 248 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Devir
Páginas: 248
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788575324257
Sobre a editora
Os livros da editora Devir oferecem uma experiência de leitura que transita entre narrativas gráficas densas e universos imaginativos complexos. O catálogo revela uma forte presença de quadrinhos e graphic novels que exploram temas como ficção científica distópica, fantasia com raízes históricas e urbanas, além de histórias que misturam humor e crítica social. A linguagem visual é valorizada, com atenção a estilos que vão do noir ao moderno, e as tramas frequentemente envolvem conflitos humanos em cenários tanto contemporâneos quanto fantásticos. O tom pode variar do melancólico ao irônico, com ritmo que ora acelera em aventuras, ora desacelera para reflexões mais profundas.
