
Título: Eva Lavallière: A Madalena do Século XX
Autor: Oliveiros de Jesus
Sinopse: "Há mais alegria no céu por um só pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento" (Lc 15, 7). A melhor apologética cristã é a que se faz com o exemplo dos cristãos. E quando estes apresentam na sua vida manchas escuras, apagadas finalmente pela graça da conversão, a lição que deles se tira é mais impressionante e convincente, pois é adaptada à nossa própria condição de pecadores. Estes exemplos levam-nos a perguntar, como Santo Agostinho: "Por que não poderei eu o que outros puderam?". Eva Lavallière foi uma atriz de vida extravagante e vazia. Passou por momentos de depressão profunda, beirando o suicídio. Após uma longa jornada, converteu-se ao catolicismo, deixou o teatro e entrou para a Ordem Franciscana Secular. Esta obra conta o que foi a generosidade desta célebre artista de teatro, e a forma como correspondeu ao apelo de Jesus. Dirige-se a todos, e por isso está escrita de forma simples e sem grandes preocupações literárias.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Eva Lavallière: A Madalena do Século XX”, de Oliveiros de Jesus, publicado pela editora Cultor de Livros, em 2016 e com 152 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cultor de Livros
Páginas: 152
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 3114660022139
Sobre a editora
Os livros da editora Cultor de Livros oferecem uma experiência de leitura marcada por temas espirituais e religiosos, com foco em obras que combinam tradição e reflexão profunda. O catálogo privilegia textos que exploram a vida de santos, práticas devocionais e fundamentos da fé cristã, muitas vezes com linguagem acessível e ilustrações que enriquecem a compreensão. A narrativa tende a ser contemplativa e instrutiva, voltada para leitores interessados em aprofundar a vida interior e a espiritualidade prática, mas também há espaço para biografias e relatos que humanizam figuras religiosas. O tom varia entre o didático e o inspirador, com ritmo que favorece a meditação e o diálogo respeitoso sobre questões existenciais e morais.
