
Título: Evangelhos II. Lucas E João
Autor: Rinaldo Fabris
Sinopse: Os Evangelhos refletem o resultado condensado de uma longa história de fiéis que, do ano 30 até por volta do fim do século I, viveram da palavra de Jesus e da palavra que é Cristo. Ler os Evangelhos significa trazer à luz três níveis de seu conteúdo: o do evangelista, o de Jesus de Nazaré e o da comunidade cristã primitiva. Os primeiros cristãos não se limitaram a repetir mecanicamente a pregação do Mestre e a referir com detalhada exatidão as lembranças de sua vida, mas, referindo-se constantemente à ressurreição de Cristo, releram os ditos e fatos do Senhor com nova capacidade interpretativa. Os problemas que preocupavam as primeiras comunidades cristãs levaram-nas a não mumificar Jesus no museu da realidade passada, mas a atualizar a mensagem e o significado de sua pessoa. Esta obra se destina a leitores que já possuem ou querem adquirir bastante informação sobre os estudos histórico-exegéticos publicados a respeito da formação dos Evangelhos de Lucas e João e das características que apresentam, especialmente sob o ângulo histórico e literário.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Evangelhos II. Lucas E João”, de Rinaldo Fabris, publicado pela editora Edições Loyola, em 2010 e com 548 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 548
Ano: 2010
Edição: 3
Linguagem: pt-br
ISBN: 8515000792
ISBN13: 9788515000791
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
