
Título: Exercícios de Indignação: Escritos de Educação e Psicologia
Autor: Maria Helena Souza Pato
Sinopse: 'Exercícios de indignação' dá continuidade ao tema que perpassa todos os escritos da autora - o autoritarismo das elites, sua presença no discurso científico e suas repercussões na formação da subjetividade. O livro é uma coletânea de dezesseis artigos de Maria Helena Souza Patto escritos nos últimos anos, sobre diferentes temas ligados à educação. Os textos têm em comum a preocupação de denunciar os absurdos e as injustiças existentes na escola básica, expressar indignação, fazer a análise crítica e apoiar a causa de todos aqueles - alunos ou professores - que se vêem oprimidos e reprimidos por esse sistema. Mas, também, de manter a esperança, ainda que tênue, e trazer propostas, mesmo que exíguo o espaço social e político para sua execução. O livro traz os seguintes temas - Política Educacional; Formação do psicólogo; (Des)construindo a psicologia; entre outros.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Exercícios de Indignação: Escritos de Educação e Psicologia”, de Maria Helena Souza Pato, publicado pela editora Casa do Psicólogo, em 2010 e com 189 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Casa do Psicólogo
Páginas: 189
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8573964146
ISBN13: 9788573964141
Sobre a editora
Os livros da editora Casa do Psicólogo convidam a uma imersão em temáticas ligadas à psicologia, psicanálise e áreas afins, com foco em aprofundamento clínico, social e educacional. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom reflexivo e didático, que privilegia o diálogo entre teoria e prática, seja na análise de casos, na discussão de conceitos ou na apresentação de pesquisas. O catálogo indica um interesse por temas como saúde mental, desenvolvimento humano, processos psicoterápicos, além de questões sociais contemporâneas, como vulnerabilidade juvenil e relações de gênero. Há obras que equilibram abordagens mais técnicas com outras que exploram narrativas e relatos clínicos, criando um ritmo que pode ser tanto denso quanto acessível.
