
Título: Experimente um novo caminho
Autor: Krishnamurti
Sinopse: O MUNDO se acha num estado de crise, e observa-se desintegração, degeneração. Vemo-nos arrastados por essa onda de degeneração e parecemos totalmente incapazes de mover-nos para fora dela. Pois bem, para que estas palestras tenham algum valor, alguma significação, temos de averiguar o que é necessário fazer, para sairmos desta onda de degeneração. Durante estas palestras e subseqüentes perguntas e respostas, iremos tratar de descobrir por nós mesmos, sem nenhuma sombra de dúvida, aquela extraordinária energia que surge espontânea e que, natural e inevitavelmente, nos impelirá para fora da onda de degenerescência. Só a mente que está completamente só pode achar a realidade. E existe uma realidade - não uma realidade teórica, não uma certa coisa inventada pelas religiões organizadas ou experimentada por uns poucos santos, conforme o peculiar condicionamento de cada um, porém uma realidade, uma imensidade que só pode ser descoberta pela mente que percebeu seus próprios movimentos e compreendeu a si própria.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Experimente um novo caminho”, de Krishnamurti, publicado pela editora Instituição Cultural Krishnamurti, em 1966 e com 154 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Instituição Cultural Krishnamurti
Páginas: 154
Ano: 1966
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Instituição Cultural Krishnamurti apresentam uma leitura que convida à reflexão profunda sobre a mente, o sofrimento e a busca por uma compreensão além do pensamento convencional. A experiência de leitura é marcada por um tom meditativo e investigativo, onde as palestras e discursos são estruturados para provocar questionamentos sobre o "eu", o conhecimento e as causas dos conflitos internos e externos. O ritmo é contemplativo, sem pressa, com textos que não se destinam a serem consumidos como romances ou tratados sistemáticos, mas sim como convites à investigação pessoal e à transformação interior. As sinopses sugerem um foco na filosofia prática e espiritualidade, explorando temas como a mente religiosa, a liberdade do pensamento condicionado e a relação do indivíduo com o mundo.
