
Título: Extracampo: na ótica do cárcere
Autor: Angelo Canuto
Sinopse: No seu magnífico livro, o autor nos proporciona uma visão, nua e crua, dos obstáculos interpostos nas vidas de centenas de milhares de pessoas que nascem e vivem nas zonas periféricas das Cidades, tendo por base a sua trajetória de vida que, acentue-se, é exemplo de perseverança e força e de luta por liberdade e igualdade, desde a busca pela realização de sonhos, como, por exemplo, ser um jogador de futebol profissional e de ter tido experiência brutal da realidade cotidiana que paradoxalmente pode embrutecer, inocuizar, esmorecer, e fortalecer aqueles que se lhe são submetidos. A sua história de vida, contada em profícuas letras, coloca-nos entre dois mundos físicos, sendo um de liberdade e outro de aprisionamento, mas ambos permeados por uma força espiritual descomunal para a superação de todas as estatísticas e, portanto, voltada ao sucesso. RAIMUNDO OLIVEIRA DA COSTA COSTA, RIBEIRO & VIEIRA ADVOGADOS ASSOCIADOS
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Extracampo: na ótica do cárcere”, de Angelo Canuto, publicado pela editora Recriar, em 2019 e com 192 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Recriar
Páginas: 192
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8553107302
ISBN13: 9788553107308
Sobre a editora
Os livros da editora Recriar convidam o leitor a um mergulho crítico e reflexivo sobre temas ligados à religião, fé e suas interfaces sociais no Brasil contemporâneo. A experiência de leitura costuma ser densa, marcada por análises que atravessam história, teologia e questões políticas, sempre com um olhar atento às tensões e contradições presentes nas comunidades religiosas. O tom varia entre o acadêmico e o ensaístico, com textos que demandam atenção e disposição para diálogos complexos sobre identidades, poder e espiritualidade. O catálogo indica uma preferência por obras que problematizam o papel das instituições religiosas, as dinâmicas internas de grupos pentecostais e protestantes, e os desafios éticos e sociais enfrentados por esses movimentos.
