
Título: F Is For Phony: Fake Documentary And Truth'S Undoing
Autor: Alexandra Juhasz Juhasz
Sinopse: Fake documentaries mimic documentary genre expectations, unraveling the documentary's authority and dismantling understandings of identity, history, and nation. The interdisciplinary essays in F Is for Phony discuss a broad scope of works and explore issues raised by "fake docs" such as the fiction/documentary divide, the ethics of reality-based manipulation, and whether documentariness derives from form or reception. Defining the borderline between fact and fiction, the contributors reveal what fake documentaries imply and usually make explicit: that many documentaries lie to tell the truth, and that the truth is relative. Contributors: Steve Anderson, Catherine L. Benamou, Mitchell W. Block, Luis Buñuel, Marlon Fuentes, Craig Hight, Charlie Keil, Alisa Lebow, Eve Oishi, Robert F. Reid-Pharr, Gregorio C. Rocha, Jane Roscoe, Catherine Russell, Elisabeth Subrin. Alexandra Juhasz is professor of media studies at Pitzer College. She is author of Women of Vision: Histories in Feminist Film and Video (Minnesota, 2001). Jesse Lerner is associate professor of media studies at Pitzer College.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “F Is For Phony: Fake Documentary And Truth’S Undoing”, de Alexandra Juhasz Juhasz, publicado pela editora Univ Of Minnesota Press, em 2006 e com 244 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Univ Of Minnesota Press
Páginas: 244
Ano: 2006
Edição: First Edition
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9780816642502
ISBN13: 9780816642502
Sobre a editora
Os livros da editora Univ Of Minnesota Press convidam o leitor a transitar por temáticas que mesclam ciências humanas, história cultural e estudos contemporâneos, muitas vezes com um olhar interdisciplinar e crítico. A experiência de leitura costuma ser densa e reflexiva, com narrativas que exploram desde o impacto das tecnologias digitais em políticas públicas até investigações profundas sobre identidades, culturas e ambientes naturais. O tom varia entre o ensaístico e o literário, com obras que vão do relato histórico detalhado ao ensaio pessoal e poético, sempre com atenção a contextos sociais e políticos. O catálogo sugere uma preferência por textos que desafiam perspectivas convencionais, incluindo vozes marginalizadas e temas urgentes como racismo estrutural, ecologia e sexualidades diversas.
