
Título: Fábrica de Monstros
Autor: MICHELE / STRAUSZ IACOCCA
Sinopse: O lúdico, a fantasia, a imaginação de mãos dadas no texto expressivo de Rosa Amanda Strausz e nas ilustrações bem-humoradas de Michele Iacocca. No quarto escuro, com a luz apagada, a imaginação de Pedro cria cada coisa de arrepiar... ora um fantasma enorme, ora um monstro esquisito, ora um corcunda de olho vermelho. Mas quando acende o abajur,/ vemos a mesa de estudo,/ livros, cadernos, canetas/ e um casaco de veludo. Agora, um monstro esquisito/ aparece atrás da porta./ Parece um leão, tem cara de mosquito/ e seis pernas, todas tortas./ Mas assim que luz se acende... E nesse vai-e-vem de luz acesa e de luz apagada, o livro Fábrica de Monstros não assusta, e muito diverte. A leitura pode revelar à criança vivências, experiências e dúvidas típicas de seu universo infantil e de sua vida cotidiana.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Fábrica de Monstros”, de MICHELE / STRAUSZ IACOCCA, publicado pela editora GLOBAL, em 2011 e com 16 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: GLOBAL
Páginas: 16
Ano: 2011
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 852600879X
ISBN13: 9788526008793
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 24,00
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global apresentam uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e formal, que vai da poesia com jogos de linguagem e sonoridade refinada a narrativas curtas que exploram a condição humana em suas múltiplas facetas. O catálogo reúne obras que mesclam reflexão social e política, biografias, literatura infantil e juvenil com forte apelo visual, além de textos que convidam à meditação e ao autoconhecimento. O tom varia entre o lírico e o crítico, com frequência imerso em contextos históricos ou culturais específicos, como a cultura indígena ou o cenário brasileiro contemporâneo. Essa variedade sugere uma curadoria que valoriza tanto a densidade literária quanto a acessibilidade, com atenção a diferentes públicos, do leitor infantil ao adulto interessado em ensaios e crônicas.
