
Título: Fábulas Italianas
Autor: Italo Calvino
Sinopse: Em 1954, o editor italiano Einaudi decidiu publicar uma antologia de fábulas italianas que pudesse ser comparada às coletâneas francesa e alemã, já clássicas, de Perrault e dos Irmãos Grimm. Encomendou a tarefa de escolher e transcrever os contos a um escritor jovem, mas de grande reputação: Italo Calvino.Sobre este trabalho, Calvino escreve: "Agora que o livro terminou, posso dizer que não foi uma alucinação, uma espécie de doença profissional. Tratou-se de uma confirmação de algo que já sabia desde o início, aquela coisa indefinida à qual me referia antes, aquela única convicção que me arrastava para a viagem entre as fábulas. E penso que seja isto: as fábulas são verdadeiras".Prêmio Jabuti 1993 de Melhor Produção Editorial de Obra em Coleção
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Fábulas Italianas”, de Italo Calvino, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1992 e com 456 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 456
Ano: 1992
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571642613
ISBN13: 9788571642614
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,583
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,40
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
