
Título: Fábulas Vol. 6: Terras Natais
Autor: Bill Willingham
Sinopse: (#34 a #41) Tendo derrotado o Adversário em sua primeira investida no mundo em que habitam, os cidadãos da Cidade das Fábulas agora precisam se preparar para uma inevitável guerra total. Para um integrante das fábulas em particular, isso significa deixar a Cidade pra trás e tentar uma nova carreira como um imoral magnata de Hollywood — um caminho que ele espera levá-lo à riqueza e à imortalidade. Para outra fábula, no entanto, significa uma jornada por uma estrada muito mais perigosa — uma que percorre sinuosamente as antigas Terras Natais, levando diretamente ao coração do território inimigo, onde o mistério da identidade do Adversário finalmente será revelado! Com roteiros de Bill Willingham e arte de Mark Buckingham, David Hahn e Lan Medina, esse volume dá sequência a uma das séries mais longevas e bem-sucedidas do selo Vertigo!
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Fábulas Vol. 6: Terras Natais”, de Bill Willingham, publicado pela editora Panini Comics, em 2010 e com 196 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Panini Comics
Páginas: 196
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Panini Comics trazem histórias que transitam entre o heroísmo clássico e conflitos contemporâneos, com foco em personagens icônicos enfrentando desafios pessoais e ameaças globais. A leitura costuma envolver narrativas de ação com ritmo dinâmico, muitas vezes ambientadas em cidades modernas ou cenários cósmicos, onde alianças e rivalidades se desenrolam com tensão constante. O catálogo apresenta uma predominância de quadrinhos no formato americano, frequentemente combinando elementos de suspense, batalhas épicas e dilemas morais. Há obras que privilegiam o desenvolvimento de grupos e equipes, enquanto outras exploram confrontos mais individuais e introspectivos, criando um equilíbrio entre histórias mais narrativas e outras com tom mais direto e visual.
