
Título: Faca n’água: [fragmentos de panela]
Autor: Laís Velloso
Sinopse: “Tudo começa pela abertura da boca; isso também é um corte. E uma cicatriz”. É através das relações entre o faminto, a comida e os gestos da comidaria, que a poeta, artista e pesquisadora Laís Velloso, traz em seu “Faca n’água [fragmentos de panela]” poemas que tratam sobre as quebras, a fome, as ausências, os esvaziamentos que acontecem diante do prato, da boca, do abraço. É esse o motivo da repetição, da interrupção, do fragmento, da pergunta sobre a impermanência das relações, do alimento, do comer e do cozinhar. Composto por 24 poemas e ilustrações da artista Rachel Leão, “faca n’água” reflete sobre todo o conjunto de elementos que rodeiam a comida: o ato de comer, o ato de mastigar, o corte, a saliva, os dentes, a fome, o estômago.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Faca n’água: [fragmentos de panela]”, de Laís Velloso, publicado pela editora Impressões de Minas, em 2022 e com 68 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Impressões de Minas
Páginas: 68
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6586729513
ISBN13: 9786586729511
Sobre a editora
Os livros da editora Impressões de Minas revelam uma atenção especial à linguagem poética e à experimentação literária, muitas vezes atravessando fronteiras entre texto e imagem. A leitura aqui pode ser tanto um convite ao mergulho em paisagens sensoriais e afetivas, como no caso de espaços urbanos ou naturais, quanto uma incursão por narrativas que misturam ironia e crítica social, especialmente em contextos políticos e culturais brasileiros. O tom varia entre o lírico e o satírico, com obras que exploram desde a intimidade do corpo e da memória até caricaturas de personagens masculinos em situações absurdas. O catálogo apresenta livros que dialogam com o leitor de forma sensível e por vezes desafiadora, com ritmo ora contemplativo, ora irônico, e com uma atenção ao design que transforma o objeto literário em peça semiartesanal.
