
Título: Facing the Congo
Autor: Jeffrey Tayler
Sinopse: At thirty-three one's direction in life should be clear, and mine was not.' In search of some direction, or at least a new challenge, Jeffrey Tayler gave up his day job of opening rejection letters from publishers and went exploring. Having always been fascinated by Africa and the great age of Victorian exploration he went to Kinshasa in Zaire (now the Democratic Republic of Congo) and found a boat to take him up-river to Kisangani, deep in the heart of the jungle. Not content with that, he then bought a pirogue (a kind of canoe), hired a guide and set out to paddle the 1,000 miles back to Kinshasa. A personal journey, an intrepid voyage, an exceptionally well-written travelogue: FACING THE CONGO is all these things and more. A wonderfully vivid and exciting read for armchair adventurers everywhere.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Facing the Congo”, de Jeffrey Tayler, publicado pela editora Abacus, em 2002 e com 352 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Abacus
Páginas: 352
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0349114501
ISBN13: 9780349114507
Sobre a editora
Os livros da editora Abacus costumam explorar histórias marcadas por relações humanas complexas e dilemas morais, muitas vezes ambientados em contextos cotidianos ou históricos que ganham profundidade pelo olhar íntimo dos personagens. O catálogo apresenta uma mistura de narrativas que transitam entre o drama pessoal, o humor sutil e o suspense investigativo, com ritmo que ora é contemplativo, ora tenso, e linguagem acessível que privilegia o envolvimento emocional. Há obras que se debruçam sobre escolhas que reverberam por toda uma vida, enquanto outras mergulham em ambientes sociais específicos, como pequenas comunidades ou cidades cosmopolitas, revelando dinâmicas de poder e segredos. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre textos mais narrativos e outros com tom mais reflexivo ou até mesmo humorístico.
