
Título: Fascisme En Action
Autor: Robert O. Paxton
Sinopse: Qu'est-ce que le fascisme? En réponse à cette question, maints historiens, sociologues ou politiques se sont employés à identifier une essence et à donner une définition abstraite du phénomène. Robert O. Paxton, lui, a voulu partir du vécu historique. Il suit, étape par étape, comment germent les mouvements fascistes, comment ils prennent leur place dans un système politique en crise, comment ils accèdent au pouvoir, en exploitant les difficultés d'une société aux abois et en profitant de nombreuses complicités -jusqu'au cur de l'establishment. Le chef " charismatique ", les hommes de main et les propagandistes ne sont pas absents, mais relégués à leur juste place dans un phénomène politique global. Acabamento: Paperback. Peso: 486g. Dimensões: 23 x 16 x 1.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Fascisme En Action”, de Robert O. Paxton, publicado pela editora Editions Du Seuil, em 2007 e com 435 páginas, integra a categoria História Geral. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Editions Du Seuil
Páginas: 435
Ano: 2007
Edição: 1ª EDICAO
ISBN:
ISBN13: 9782757802939
Sobre a editora
Os livros da editora Editions Du Seuil convidam a uma reflexão profunda sobre a condição humana, a sociedade e a história, com um olhar que atravessa tempos e espaços variados. O catálogo privilegia obras que exploram tensões sociais, como as diferenças de classe nas guerras, as complexidades das relações humanas e as contradições da imigração. A leitura é marcada por um tom denso e analítico, muitas vezes filosófico ou histórico, que não se limita a narrativas lineares, mas se aprofunda em múltiplas perspectivas e interpretações. As obras apresentam um equilíbrio entre textos mais ensaísticos, que dialogam com a filosofia e a psicanálise, e narrativas que trazem histórias pessoais ou coletivas em contextos geográficos específicos, como a África ou o Magrebe. Essa diversidade sugere um catálogo que valoriza tanto a análise crítica quanto a experiência literária, com ritmo que pode variar do rigor acadêmico a uma prosa mais envolvente e até irônica.
