
Título: feliz natal, filipe
Autor: Hanne Turk
Sinopse: Livro infantil sem texto, somente com imagens. A criança vai criando sua própria narrativa. Hanne Türk é a ilustradora que criou o Filipe. Deu ao ratinho uma personalidade tão simpática, que crianças e adultos não podem deixar de se encantar com ele. Hanne nasceu e cresceu na Áustria, estudou em Paris e, hoje, trabalha com artes gráficas na cidade austríaca de Salzburg. Ela tem preferência especial por desenhar animais, criando situações de muita poesia e humor. Árvore de natal, festas, convidados! Filipe sonha acordado, sonhando, pega a tigela. Sonhando, despeja a farinha. Sonhando, mistura, bate e experimenta. A massa virou estrelinhas! Filipe sonha acordado, FIlipe sonha sormindo. O ratinho dorme demais, as estrelas viram cinzas, e os sonhos viram nada. COmo bolha de sabão. Pobre amiguinho, como chora! Será o fim da história? Vira a página, abre a porta... uma caixa cheia de estrelas, uma caixa cheia de sonhos. Feliz Natal, Filipe! (Texto da capa da edição brasileira: Monica Stahel M. da Silva)
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “feliz natal, filipe”, de Hanne Turk, publicado pela editora Martins Fontes, em 1987 e com 15 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Martins Fontes
Páginas: 15
Ano: 1987
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Martins Fontes revela uma inclinação por obras que exploram o pensamento filosófico e reflexivo, muitas vezes com um tom didático e aprofundado. O catálogo privilegia textos que abordam desde a filosofia clássica e contemporânea até temas como lógica, metafísica e ética, apresentando discussões que vão do abstrato ao cotidiano. Também há espaço para narrativas que dialogam com a cultura, a história e as artes, incluindo adaptações literárias e análises que convidam o leitor a um mergulho intelectual. O ritmo das obras tende a ser contemplativo, com linguagem clara, mas que exige atenção, e o público parece ser leitor interessado em compreender ideias complexas e contextos culturais amplos.
