
Título: Feminismos Criminológicos
Autor: Martins Fernanda
Sinopse: Fernanda vai ao cerne da questão sobre quem são sujeitos de direito e sob que regime de verdade a vitimização opera como estrutura epistêmica. E se pergunta o que aconteceria se os gêneros fossem realmente tomados como categorias políticas (e não como mera marca de vitimização). A partir disso, que alternativas surgem para resistir à violência sem ceder ao poder punitivo? Apresentação - Verónica Gago Fernanda vem demonstrando que é necessário sair do “tradicional” para ir além das perspectivas já conhecidas, observando que muitas práticas vêm sendo criadas [...] e que já estão colocadas na esfera de construção política, conseguindo alcançar realmente outras alternativas para além do poder punitivo. Prefácio - Caroline Bispo
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Feminismos Criminológicos”, de Martins Fernanda, publicado pela editora Tirant Lo Blanch Brasil, em 2021 e com 328 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Tirant Lo Blanch Brasil
Páginas: 328
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6559080552
ISBN13: 9786559080557
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,421
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Tirant Lo Blanch Brasil oferecem uma leitura densa e crítica, focada principalmente no campo jurídico e social brasileiro. O catálogo privilegia obras que exploram temas como direito penal, direito processual, segurança social e questões constitucionais, frequentemente inseridas em contextos de crise política, econômica e institucional. A linguagem tende a ser acadêmica e detalhada, com análises que combinam rigor teórico e exemplos práticos, convidando o leitor a refletir sobre tensões entre direitos, políticas públicas e estruturas judiciais. Há um interesse claro por temas atuais e controversos, como a judicialização, o sistema prisional, reformas legislativas e a relação entre direito e democracia, sempre com um tom que mescla crítica e fundamentação técnica.
