
Título: Fica, Pedro!: �qu�date, Pedro!
Autor: Ferreira Flávio
Sinopse: "Esta peça de teatro [...] retrata a via-sacra da maioria do povo brasileiro, de índios, negros, posseiros e pobres. Ela tem tantas estações de sofrimento como aquelas do Filho de Deus quando viveu e padeceu entre nós. Cada grupo narra os passos de sua paixão. [...] Entre eles há mártires, aí celebrados, como Margarida Maria Alves, a irmã religiosa Dorothy Stang e sobretudo o padre João Bosco Burnier, assassinado pela polícia, pensando tratar-se do bispo Dom Pedro. [...] Mas a figura central, sentido desta peça de apenas um ato é o bispo Dom Pedro Casaldáliga, da prelazia de São Félix do Araguaia, profeta destemido, poeta maior e zeloso pastor. [...]" - Leonardo Boff.
Contexto da obra
Na área de Cinema e Artes Performáticas, livros como este costumam ampliar repertório e leitura crítica. “Fica, Pedro!: �qu�date, Pedro!”, de Ferreira Flávio, publicado pela editora Entrelinhas Editora, em 2016 e com 96 páginas, integra a categoria Livros de Cinema e Artes Performáticas. Esse contexto costuma ser útil para entender melhor o alcance formativo e interpretativo do livro.
Editora: Entrelinhas Editora
Páginas: 96
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8579920906
ISBN13: 9788579920905
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,520
- Altura (cm): 24,00
- Largura (cm): 26,50
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Entrelinhas Editora convidam o leitor a navegar por temas que mesclam história regional, natureza e cultura do Centro-Oeste brasileiro, especialmente Mato Grosso e Pantanal. O catálogo apresenta narrativas que transitam entre o real e o imaginário, com histórias ambientadas em paisagens como cerrado, rios e cidades do interior, onde personagens enfrentam conflitos humanos e ambientais. A linguagem varia entre o coloquial regional, como o linguajar cuiabano, e o tom poético, que explora a fragilidade da vida e a relação do homem com o meio ambiente. Há obras mais narrativas e outras que adotam um viés mais informativo e analítico, como estudos jurídicos e geográficos, compondo um conjunto que valoriza o diálogo entre memória, natureza e sociedade.
