
Título: Ficção Cética
Autor: Gustavo Bernardo
Sinopse: Dubito ergo sum, vel quod item est, cogito ergo sum, disse René Descartes, mostrando que pensar é a mesma coisa que duvidar. O ensaio A Ficção Cética parte dessa sentença para discutir a presença do ceticismo na literatura, entendendo-o constitutivo e essencial. A discussão interessa àqueles que estudam Literatura, Filosofia, História e Comunicação, mas também a todas as pessoas que têm sérias dúvidas sobre o mundo e procuram proteger essas dúvidas. Cabe à ficção proteger a dúvida, levantando a suspeita sobre a realidade ao mesmo tempo em que, paradoxalmente, intensifica a vida. É dessa proteção que trata o livro de Gustavo Bernardo, relacionando, por exemplo, Philip K. Dick a Carl Sagan, Shakespeare a Michel de Montaigne e Sófocles a Pirro. Tais diálogos o convencem da necessidade antropológica da ficção e da necessidade moral do ceticismo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Ficção Cética”, de Gustavo Bernardo, publicado pela editora Annablume, em 2004 e com 272 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Annablume
Páginas: 272
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8574194433
ISBN13: 9788574194431
Sobre a editora
Os livros da editora Annablume oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com abordagens interdisciplinares, explorando temas como sociologia, filosofia, história cultural e arte. O catálogo privilegia textos densos e reflexivos, muitos deles frutos de pesquisas acadêmicas aprofundadas, que dialogam com áreas como educação, música, urbanismo e comunicação. A linguagem tende a ser analítica e cuidadosa, com obras que investigam desde movimentos sociais e produções artísticas até questões filosóficas e históricas, sempre com atenção ao contexto e às múltiplas camadas de significado.
