
Título: Filha, Sobrinha, Mulher, Cadela Mesmo
Autor: Marta Neves
Sinopse: Cadelada, uma escrita que assunta o mundo, fareja as palavras, não elege assunto, desfila papo, instiga. Os textos aqui reunidos, cada qual com a sua história, surpreendem de um jeito cão e, de repente, uma lambida na fuça, desfilam graça e abanam o rabo para as convenções. Marta Neves escreve como quem tem faro, tem instinto literário. “Literatura cê vai fazendo à medida que levanta” e, estabelece diálogo entre mundos. Aqui, a sua atuação de décadas nas artes plásticas e o trabalho com a imagem associada a palavra dão pistas da genuína habilidade de aguçar imaginações frente ao texto. Para finalizar este convite para adentrar, trago a mesa de um bar, numa calçada qualquer de BH. Encontrar Marta Neves é demorar-se na leitura e apanhar gosto de frequentar. As suas narrativas fluem como as de contadores de histórias, toda prosa, companhia prazerosa quem fez correr por estas páginas e, lá pelo fim do livro, querer gritar: – Traga a saideira, Marta! Não vou me embora, quero ler mais.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Filha, Sobrinha, Mulher, Cadela Mesmo”, de Marta Neves, publicado pela editora Ateliê Editorial, em 2025 e com 176 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Ateliê Editorial
Páginas: 176
Ano: 2025
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6555801689
ISBN13: 9786555801682
Sobre a editora
Os livros da editora ATELIE EDITORIAL propõem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e sensibilidade literária, frequentemente explorando a interseção entre história, literatura e crítica cultural. O catálogo revela uma predileção por obras que dialogam com o passado, seja por meio de traduções cuidadosas de clássicos, como romances experimentais e poéticos, seja por narrativas que investigam contextos históricos e sociais brasileiros e internacionais. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com textos que transitam entre o denso e o acessível, convidando leitores interessados em reflexões profundas sobre cultura, política e arte. Há também espaço para crônicas e relatos que equilibram humor e lirismo, ampliando o alcance da editora para públicos que apreciam tanto o estudo quanto a literatura contemporânea.
