
Título: Filho da Feiticeira, O
Autor: Kelly Barnhill
Sinopse: Para leitores de fantasia, O filho da feiticeira traz a típica jornada do herói De um menino desvalorizado em sua aldeia até a única esperança de todo o seu mundo, Ned já se acostumou ao seu apelido: o garoto errado. Desde que nasceram, foi sempre o irmão gêmeo, Tam, a estrela da aldeia; o mais habilidoso e querido. Quando decidem construir uma balsa para encontrar o mar, um plano que sai pela culatra, Ned se torna mais que o garoto errado: se torna o único. Agora, Ned é visto como um pária. No entanto, numa reviravolta, ele se transforma no único capaz de impedir que a magia caia nas mãos do ambicioso Rei dos Bandidos. E, para isso, arruma uma insuspeita aliada: Áine, a filha do ladrão. E eles terão de aprender a confiar um no outro se quiserem impedir uma guerra entre dois reinos há muito separados...
Contexto da obra
Na ficção juvenil, obras como esta costumam ganhar força pela identificação e pela fluidez da leitura. “Filho da Feiticeira, O”, de Kelly Barnhill, publicado pela editora Galera Junior, em 2016 e com 308 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Juvenil. Esse contexto costuma ser útil para situar o livro dentro das experiências e sensibilidades do público jovem.
Editora: Galera Junior
Páginas: 308
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 850110521X
ISBN13: 9788501105219
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,410
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,80
Sobre a editora
Os livros da editora Galera Junior trazem uma experiência de leitura marcada por uma mistura de fantasia contemporânea e temas reais, muitas vezes com protagonistas jovens enfrentando desafios pessoais e sociais. O catálogo sugere um equilíbrio entre narrativas de aventura com elementos mágicos, como mundos encantados e poderes especiais, e histórias que abordam questões como bullying, pertencimento e mudanças climáticas. O tom varia do divertido e dinâmico ao mais reflexivo e dramático, com ritmo que pode ser tanto acelerado em aventuras quanto pausado em relatos sensíveis. A presença frequente de contos de fadas revisitados e personagens em transição entre infância e adolescência também aponta para um público infantojuvenil em busca de leituras que dialoguem com suas vivências e imaginação.
