
Título: Filhos da Viuva
Autor: Paula Fox
Sinopse: Laura Maldonada Clapper, beldade cinquentona autoritária, vai fazer uma viagem de navio à África com o marido, Desmond, um homem pusilânime e com queda para a bebida. Na véspera da partida, ela recebe em seu apartamento um pequeno grupo: Clara, a tímida filha de seu primeiro casamento; Carlos, seu irmão gay, crítico de música fracassado; e Peter, um editor amigo da família. No bota-fora, que se prolonga noite adentro num restaurante caro, à medida que o álcool vai fazendo efeito emergem podres e interditos dos Maldonada, família de origem hispano-cubana cuja matriarca, Alma, a viúva do título, está internada num asilo. Antes do fim dessa longa noite, porém, Laura revela uma informação que vinha mantendo em segredo. A revelação lança novas luzes a tudo o que aconteceu até então. O efeito é vertiginoso tanto sobre os outros personagens como sobre o leitor. O resultado é uma prosa densa, repleta de tensão e surpresas, que convida o leitor a descobrir as verdades ocultas por trás de silêncios, olhares e alusões.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Filhos da Viuva”, de Paula Fox, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2011 e com 240 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 240
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535919783
ISBN13: 9788535919783
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,80
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
