
Título: Filhos de Domingo
Autor: Ingmar Bergman
Sinopse: Nunca, desde de Morangos Silvestres, Bergman lidou com o tempo de uma forma simultaneamente tão clara e tão misteriosa. Tudo acontece durante um fim-de-semana, num final de Julho, numa casa onde vive o pequeno Pu (Bergman), a personagem principal, os seus irmãos e outros familiares. Pu, com apenas oito anos, apercebe-se das violentas discussões entre o pai e a mãe e chega à conclusão de que estes não querem continuar a viver juntos. A partir daí, todo o universo de Pu, que necessita de harmonia e estabilidade, se vai desmoronando. O que Bergman acaba por relatar neste romance, afinal, é a relação conflituosa, violenta e simultaneamente terna com o seu próprio pai, que teme, mas admira e de quem, afinal, gostaria de receber afecto. Durante a narrativa, Bergman avança e recua no tempo, numa sequência de extraordinários “flashbacks para o futuro”, relatando a conflituosa relação com o pai, até fechar completamente o círculo com a reconciliação.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Filhos de Domingo”, de Ingmar Bergman, publicado pela editora Difel, em 1993 e com 166 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Difel
Páginas: 166
Ano: 1993
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722903160
ISBN13: 9789722903165
Sobre a editora
Os livros da editora Difel oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e pelo equilíbrio entre narrativas históricas, filosóficas e literárias. O catálogo sugere obras que transitam entre o romance histórico detalhado, como retratos vívidos de personagens e períodos, e textos de reflexão filosófica que abordam questões existenciais e sociais com linguagem acessível e rigor. Há também espaço para narrativas que exploram conflitos humanos profundos, sejam eles familiares, políticos ou espirituais, sempre com uma atenção cuidadosa ao desenvolvimento dos personagens e ao contexto cultural. O tom varia do contemplativo ao tenso, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto dinâmico, dependendo do enfoque da obra. Essa variedade permite que leitores encontrem tanto leituras mais densas e analíticas quanto histórias envolventes e emotivas.
