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Filhos que Matam Pais

Título: Filhos que Matam Pais

Autor: Murilo Henrique Pereira Jorge

Sinopse: O parricídio é o homicídio que liga a vítima aos autores pela relação pais e filhos, não importando o gênero dos atores envolvidos. Nos ca­sos em que a vítima seja o pai, pode o crime ser denominado patricí­dio, enquanto nas hipóteses em que a vítima for a mãe, denomina-se matricídio.Causador de enorme repulsa social pela contrariedade aos valores so­ciais, morais e religiosos que representa, o parricídio encontra similar reprovação nos meios jurídicos por ocasião de seus julgamentos. Por outro lado, a psicologia forense desenvolveu importantes estudos nas últimas décadas para identificar as causas e circunstâncias deste pecu­liar crime. Tais estudos apontam que os parricidas podem ser divididos em três grupos de pessoas: doentes mentais, jovens que foram severamente abusados durante a infância e adolescência e pessoas caracterizadas pela prática de comportamentos antissociais seriamente desajustados. Por se tratar de uma espécie do gênero homicídio, as características deste tipo penal são analisadas de maneira detalhada, especialmente aquelas que se identificam com o parricídio.Verifica-se ainda, por meio da análise de processos judiciais já julgados pelos tribunais brasileiros, o tratamento jurídico empregado ao par­ricídio nos dias atuais.Constata-se que os estudos desenvolvidos pela psicologia forense não alcançam os operadores do direito, uma vez que os elementos com­preendidos como relevantes pela ciência psicológica são desprezados pela ciência jurídica.Três hipóteses de absolvição são apresentadas como possíveis para os casos de parricídio, sendo elas a absolvição imprópria em face da inimputabilidade dos doentes mentais, legítima defesa própria ou de terceiro para os fatos ocorridos em que o parricida atua para proteger a si ou a um terceiro de violência atual ou iminente a ser praticada por seus genitores e inexigibilidade de conduta diversa, hipótese suprale­gal de exclusão da culpabilidade. Para os casos em que o desfecho seja a condenação dos autores, critérios de fixação de pena são abordados levando-se em consideração os estudos da psicologia forense.

Contexto da obra

Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “Filhos que Matam Pais”, de Murilo Henrique Pereira Jorge, publicado pela editora Juruá Editora, em 2017 e com 100 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.

Editora: Juruá Editora

Páginas: 100

Ano: 2017

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8536274093

ISBN13: 9788536274096

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,124
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 15,00
  • Espessura (cm): 0,60

Sobre a editora

Os livros da editora Juruá Editora costumam abordar temas jurídicos e sociais com rigor acadêmico e linguagem acessível, favorecendo tanto profissionais quanto estudantes. A leitura desses livros revela um enfoque detalhado em análises normativas, doutrinárias e práticas, com obras que vão desde estudos sobre legislação de trânsito até reflexões sobre direitos humanos e políticas públicas. O catálogo indica um predomínio de textos densos e didáticos, que combinam aspectos teóricos e práticos, frequentemente com uma abordagem interdisciplinar que conecta direito, sociologia, psicologia e outras áreas. O tom é geralmente formal e analítico, com ritmo que privilegia o aprofundamento e a clareza, sem abrir mão da atualização constante dos temas tratados.

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