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Filosofia da Natureza

Título: Filosofia da Natureza

Autor: Mariano Artigas

Sinopse: As conquistas que a ciência tem realizado nos últimos tempos vêm plasmando. sem dúvida alguma. uma nova cosmovisão. O autor confronta. não sem audácia. essa nova imagem do mundo com o que ao longo dos séculos a tradição filosófica clássica vem afirmando sobre a natureza. O resultado é uma nova Filosofia da Natureza que. surpreendentemente. mostra como as descobertas científicas e os insights filosóficos convergem cada vez mais. As investigações que o leitor encontra nesta obra - acerca das entidades naturais e de seu dinamismo. do espaço e do tempo. da ordem e do sentido da natureza etc. - atingem seu apogeu quando. ao tratar dos seres vivos. especialmente da pessoa humana. o autor mostra que a unidade existente entre o nível natural e o metafísico fornece a chave para a compreensão do sentido da natureza. como o âmbito em que se tornam possíveis a existência da pessoa humana. o desenvolvimento de suas potencialidades e a consecução de seu fim.

Contexto da obra

Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Filosofia da Natureza”, de Mariano Artigas, publicado pela editora Raimundo Lulio, em 2005 e com 336 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.

Editora: Raimundo Lulio

Páginas: 336

Ano: 2005

Edição: Filosofia

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8589294072

ISBN13: 9788589294072

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,510
  • Altura (cm): 23,00
  • Largura (cm): 16,00
  • Espessura (cm): 1,80

Sobre a editora

Os livros da editora Raimundo Lúlio apresentam uma leitura que combina história medieval, filosofia e teologia, com um foco claro na reflexão sobre a condição humana e a sociedade. O catálogo traz textos que exploram desde alegorias com animais personificados até análises detalhadas da moralidade e da justiça em contextos históricos específicos, como a Europa medieval e o mundo ibérico. A linguagem costuma ser densa e erudita, com ritmo que alterna entre o didático e o contemplativo, convidando o leitor a um mergulho em temas como paixões humanas, filosofia moral e a construção do conhecimento. Há obras que privilegiam o diálogo entre diferentes tradições religiosas e outras que se dedicam a estudos históricos rigorosos, o que sugere uma diversidade editorial que vai do mais narrativo ao mais analítico.

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