
Título: Fingidores - Comedia em Nove Cenas
Autor: Rodrigo Rosp
Sinopse: E se você descobrisse que sua morte está mais próxima do que imagina? E se começasse a reviver todos os momentos em que passou discutindo a natureza das coisas para se dar conta que, na verdade, não sabia nada sobre coisa nenhuma — nem sobre si mesmo? Caio, um cara neurótico, sabotado pelas próprias inseguranças, um cara com um jeito bem particular de ver as coisas e que adora uma boa polêmica, vai fazer você refletir. Talvez refletir tanto que você nunca mais precise de um polimento. O que sabemos é que todos nós precisamos de polimento, seja no protocolo dos cerimoniais ou para se comportar como as mulheres esperam. Caio não é polido. No afã de posar como o dono da verdade, algumas lhe escapam pelas mãos. Caio, como todo bom ser humano, é um belo representante — preste atenção!, representante — dos fingidores.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Fingidores – Comedia em Nove Cenas”, de Rodrigo Rosp, publicado pela editora Não Editora, em 1969 e com 176 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Não Editora
Páginas: 176
Ano: 1969
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8561249463
ISBN13: 9788561249465
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Não Editora costumam apresentar narrativas que exploram as complexidades emocionais e existenciais de personagens muitas vezes marcados por conflitos internos e situações limite. A prosa varia entre o tom irônico e o melancólico, com textos que transitam entre o realismo psicológico e o experimental, incluindo contos, poemas e romances que desafiam convenções narrativas tradicionais. O catálogo sugere um interesse por histórias que abordam temas como tragédias familiares, crises pessoais, e o cotidiano visto sob uma lente que mistura humor, estranhamento e lirismo. A linguagem frequentemente é direta, com frases curtas e ritmo que pode ser tanto tenso quanto reflexivo, convidando o leitor a uma imersão sensorial e intelectual.
