
Título: First Frontier: Virgin New Adventures #30
Autor: David A. McIntee
Sinopse: When Bernice asks to see the dawn of the space age, the Doctor takes the TARDIS to the United States of America in 1957 — and into the midst of distrust and paranoia. The Cold War is raging, bringing the world to the brink of atomic destruction. But the threat facing America is far more deadly than Communist Russia. The militaristic Tzun Confederacy have made Earth their next target for conquest — and the aliens are already among us. Two nuclear warheads have been stolen; there are traitors to the human species in the highest ranks of the army; and alien infiltrators have assumed human form. Only one person seems to know what's going on: the army's mysterious scientific advisor, the enigmatic Major Kreer.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “First Frontier: Virgin New Adventures #30”, de David A. McIntee, publicado pela editora Virgin Books, em 1995 e com 294 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Virgin Books
Páginas: 294
Ano: 1995
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 0426204212
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Virgin Books apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o suspense investigativo realista e a ficção especulativa com toques de mistério e tensão. Muitas obras exploram histórias de crimes reais, como a busca por assassinos em série, com uma narrativa que mistura investigação jornalística e experiências pessoais intensas. Ao mesmo tempo, há títulos que mergulham em universos de ficção científica e fantasia, onde o ritmo pode ser mais acelerado e o clima, por vezes, sombrio ou enigmático. O catálogo sugere uma atenção especial a personagens complexos e ambientes que vão desde vilarejos históricos até cenários futuristas, com conflitos que envolvem tanto dilemas éticos quanto fenômenos sobrenaturais. Essa diversidade cria um contraste entre obras mais narrativas e outras que adotam um tom mais informativo ou analítico, como livros que investigam o impacto da tipografia ou o fenômeno cultural dos videogames.
