
Título: Floresta é o nome do mundo
Autor: Ursula K. Le Guin
Sinopse: O planeta Athshe era um verdadeiro paraíso, coberto por densas e colossais florestas. Seus habitantes, humanoides com pouco mais de um metro de altura e corpos cobertos por pelos verdes e sedosos, viviam em paz. Então outros vieram. Muito mais altos e de pele lisa, eles cairam do céu e começaram a desbravar o território ao seu redor, enxergando os nativos como meros animais selvagens. Eles vieram de um mundo em ruínas e superpovoado, faminto por matérias-primas, madeira e grãos: a Terra. Sem precedentes culturais para tirania, escravidão ou guerra, os nativos encontram-se à mercê de seus novos e brutais colonizadores. Quando o desespero atinge níveis inimagináveis, uma revolução é inevitável. Cada golpe contra os invasores será um golpe contra sua própria humanidade. Mas os conquistadores alienígenas os ensinaram. a odiar... e não há como voltar atrás.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Floresta é o nome do mundo”, de Ursula K. Le Guin, publicado pela editora Morro Branco, em 2020 e com 176 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Morro Branco
Páginas: 176
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6586015200
ISBN13: 9786586015201
Sobre a editora
Os livros da editora Morro Branco costumam transportar o leitor para universos onde o fantástico se entrelaça com questões humanas profundas, como identidade, poder e sobrevivência. As narrativas frequentemente exploram mundos imaginativos, desde castelos misteriosos até cidades futuristas e reinos mágicos, sempre com personagens enfrentando dilemas morais e emocionais intensos. O ritmo varia entre momentos de tensão crescente e reflexões mais densas, com um tom que ora é sombrio, ora delicado, mas sempre envolvente. O catálogo revela uma predileção por histórias que combinam aventura, realismo mágico e ficção especulativa, com obras que dialogam tanto com o público jovem adulto quanto com leitores que buscam uma literatura mais reflexiva e elaborada.
