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foi o coelho que disse

Título: foi o coelho que disse

Autor: Ilana Reznik

Sinopse: Foi o Coelho que disse foi especialmente pensado para crianças pequenas. O texto é simples, engraçado e traz a musicalidade das rimas. Prende a atenção dos pequenos leitores pela curiosidade de qual vai ser a interpretação engraçada do próximo animal da brincadeira de telefone sem fio que se forma. As ilustrações retratam o coelho e os demais animais da história de forma humanizada, com desenhos de colorido vivo. A ilustradora Clara Gavilan utiliza as bordas das folhas como limite espacial para a escuta e a revelação do “segredo” do coelho, numa brincadeira com o próprio formato do livro, transformando cada virada de página na descoberta do próximo animal participante. Os animais vão se sucedendo e também frases rimadas muito engraçadas a cada dupla de páginas.

Contexto da obra

Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “foi o coelho que disse”, de Ilana Reznik, publicado pela editora Editora Quatro Cantos, em 1900 e com 36 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.

Editora: Editora Quatro Cantos

Páginas: 36

Ano: 1900

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 658867211X

ISBN13: 9786588672112

  • Encadernação: GRAMPO
  • Peso (kg): 0,260
  • Altura (cm): 24,00
  • Largura (cm): 17,00
  • Espessura (cm): 0,50

Sobre a editora

Os livros da editora Editora Quatro Cantos costumam transportar o leitor para universos narrativos marcados por histórias que exploram relações humanas profundas e contextos históricos ou sociais específicos. A experiência de leitura varia entre o ritmo mais contemplativo de narrativas poéticas e a tensão crescente de aventuras juvenis, sempre com atenção aos detalhes que constroem atmosferas sensíveis e envolventes. O catálogo indica uma preocupação com personagens que enfrentam conflitos internos, sejam medos infantis, desafios culturais ou dilemas éticos, frequentemente apresentados em cenários que vão desde pequenas cidades nos Estados Unidos até aldeias indígenas brasileiras. A linguagem se mostra acessível, mas sem abrir mão de nuances que enriquecem a imersão, e há uma presença marcante de obras que dialogam com a infância e a juventude, tanto em forma de poesia quanto de narrativa ficcional.

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