
Título: Foi um péssimo dia
Autor: Natalia Borges Polesso
Sinopse: “Era o final dos anos 80, e tudo isso era normal. Pessoas levavam a filha das outras para casa sem avisar, crianças passeavam na caçamba dos carros, ninguém usava cinto de segurança, ansiedade era coisa que se curava com chinelada e/ou benzedura. E o mais maluco de tudo: existia uma bala assassina, a terrível e deliciosa bala Soft.” Nesse universo tão real quanto imaginativo, Natalia Borges Polesso apresenta duas histórias que trazem um olhar sensível sobre a passagem da sua própria infância para a adolescência. A relação com o irmão mais novo, o possível divórcio dos pais, os afetos pelas amigas e até a melhor forma de manejar um tchaku: tudo pode rapidamente se transformar em dilemas e inseguranças. À medida que as situações vêm à tona, a pequena Natalia vai descobrindo que compreender sentimentos é tatear no escuro e que aprender a tratar das próprias complexidades pode ser justamente o que faz ecoar a individualidade.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Foi um péssimo dia”, de Natalia Borges Polesso, publicado pela editora Dublinense, em 2024 e com 96 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Dublinense
Páginas: 96
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6555531533
ISBN13: 9786555531534
Sobre a editora
Os livros da editora Dublinense costumam apresentar uma leitura que mescla densidade emocional e experimentação formal, com narrativas que exploram tanto o íntimo quanto o social. É comum encontrar personagens em jornadas de autoconhecimento ou em situações-limite, como deslocamentos geográficos, crises políticas e conflitos pessoais, que revelam camadas complexas da existência humana. O tom varia entre o reflexivo e o tenso, com passagens que transitam entre a prosa poética e o realismo cru, sempre com atenção a detalhes cotidianos e culturais. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que desafiam formatos tradicionais e outras que se apoiam em narrativas mais lineares, mas todas com uma linguagem cuidadosa e imagens vívidas.
