
Título: For A Dragon's Treasure: Highland Dragons #3
Autor: Charlie Richards
Sinopse: Two men. One wants to earn the treasure. The other wants to prove what treasure really is. Thom McDoffrey is shocked when he’s waylaid outside camp by Kaiser, the strange warrior he’d fought a few nights before. He listens as Kaiser speaks of treasure and adventure and freedom. Being the youngest son of a known thief, Thom has worked diligently to live honorably, choosing the hard life of a mercenary in Chieftain Goth’s employ. This, however, is an opportunity too good to pass up. Especially when Kaiser promises that the treasure would be freely given, because the owner needs a boon. Giving in to temptation, Thom agrees. Upon arriving in Karstelle Valley, Thom discovers that he is the boon…Kaiser completing the favor of bringing a human to a dragon. Feeling betrayed, Thom flees. When the dragon tracks him down, will Thom give in to curiosity, see why the dragon wants him, or keep running?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “For A Dragon’s Treasure: Highland Dragons #3”, de Charlie Richards, publicado pela editora Extasy Books, em 2014 e com 105 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Extasy Books
Páginas: 105
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1771118717
ISBN13: 9781771118712
Sobre a editora
Os livros da editora eXtasy Books costumam apresentar narrativas intensas e envolventes, centradas em personagens que enfrentam conflitos pessoais profundos e relações complexas, muitas vezes em universos paranormais ou com elementos de fantasia. O catálogo sugere um foco recorrente em histórias de shifters, vampiros, e outras criaturas sobrenaturais, onde a descoberta do amor, a superação de traumas e a luta por aceitação são temas frequentes. O tom varia entre o dramático e o romântico, com ritmo que alterna entre a tensão crescente e momentos de conexão emocional íntima. Muitas obras exploram dinâmicas de poder e pertencimento dentro de comunidades fechadas, como matilhas ou coalizões, criando um clima de mistério e urgência.
