
Título: Forma e Exegese / Ariana, A Mulher
Autor: Vinicius de Moraes
Sinopse: Neste volume, o leitor tem reunidos Forma e exegese (1935) e Ariana, a mulher (1936), o segundo e o terceiro livro de Vinicius de Moraes, respectivamente. Forma e exegese foi publicado quando Vinicius tinha apenas 22 anos. Mas se o jovem poeta já chamara a atenção da crítica com seu primeiro livro, O caminho para a distância (1933), o segundo trouxe a consagração ao receber o prestigioso prêmio da Sociedade Felipe d’Oliveira. Ariana, a mulher é um único e longo poema que põe em cena, como num transbordamento, o mundo emotivo e existencial de um sujeito. O texto se inicia com o relógio “batendo soturnamente a Meia Noite” e termina com o mesmo relógio “parado sobre a Meia Noite”. É nesse mundo estagnado, morto, que o poeta clama por Ariana. Mas ela não é apenas uma mulher; como o título sugere, ela é a mulher. E é também a morte, a vida, a natureza. O volume que o leitor tem agora em mãos abre-se com um caderno de imagens que reproduz manuscritos e datiloscritos - parte do longo trabalho do poeta para chegar à versão final dos poemas -, fotografias e outros documentos, como antigas capas e o recibo de pagamento pela impressão dos primeiros exemplares de Forma e exegese.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Forma e Exegese / Ariana, A Mulher”, de Vinicius de Moraes, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2011 e com 160 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 160
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535918906
ISBN13: 9788535918908
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,235
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,70
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
