
Título: Fotografia e a Crise da Modernidade, A
Autor: Fabris Annateresa
Sinopse: Novo tipo de figuração, a pop art insere-se no realismo de maneira peculiar: seu ponto de partida não está no referente exterior, e sim nas imagens produzidas pela câmera fotográfica e por outros aparatos da comunicação de massa. Lida, portanto, com uma figuração preexistente, que já traz em si uma visão da realidade. O termo po art e as primeiras manifestações da vertente surgem na Inglaterra na década de 1950. No mesmo período nos Estados Unidos, destacam-se alguns artistas que lançam mão de novas fontes em colagens e nas chamadas combine-paintings (Rauschenberg). Nos anos 1960, a pop art encontra um terreno fértil nos Estados Unidos, tendo em Warhol a ponta de precedimentos mecânicos de produção da imagem. Concebendo a fotografia como a "substituição do objeto escolhido", o artista leva a um ponto de ruptura o confronto entre mecânico e manual graças ao uso de diferentes procedimentos operacionais que põem em xeque a ideia tradicional de obra.
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “Fotografia e a Crise da Modernidade, A”, de Fabris Annateresa, publicado pela editora C/Arte, em 2015 e com 300 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: C/Arte
Páginas: 300
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8576541750
ISBN13: 9788576541752
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,515
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 15,50
- Espessura (cm): 3,00
Sobre a editora
Os livros da editora C/Arte convidam o leitor a explorar múltiplos universos artísticos e culturais, com forte presença de obras que dialogam com as artes visuais, a música e a história regional. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom reflexivo e investigativo, que privilegia tanto relatos pessoais e depoimentos quanto pesquisas detalhadas e análises técnicas. O catálogo revela um equilíbrio entre narrativas mais sensíveis e poéticas, como trajetórias artísticas e depoimentos, e trabalhos de caráter mais informativo e acadêmico, como estudos históricos e análises culturais. A linguagem tende a ser acessível, mas sem abrir mão da profundidade, favorecendo leitores interessados em arte, cultura e questões sociais.
