
Título: Foucault e a Destruição das Evidências
Sinopse: Michel Foucault, o arqueólogo do saber, resistirá ao tempo e se imporá como leitura obrigatória para as gerações seguintes ou ficará como mais um membro da extensa galeria dos chamados filósofos de estação, muito comuns após a Segunda Guerra Mundial e cuja trajetória de interesse se assemelha à dos cometas? Seja qual for a decisão do futuro, Foucault trouxe para o palco do debate objetos de investigação pouco escolhidos até então. Seus assuntos (o sistema prisional, a doença mental, as formas do prazer sexual, por exemplo) bem poderiam ser catalogados como micro-assuntos e realmente o seriam se ele não os tratasse macrologiamente. Neste livro, os autores tratam transdisciplinarmente de vários aspectos da contribuição foucaultiana às ciências. "Sonho com o intelectual destruidor das evidências e das universalidades, que localiza e indica nas inércias e coações do presente os pontos fracos, as brechas, as linhas de força; que sem cessar se desloca, não sabe exatamente onde estará ou o que pensará amanhã, por estar muito atento ao presente". Michel Foucault
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Foucault e a Destruição das Evidências”, de Márcio Mariguela, Israel Belo de Azevedo, Silvio Gallo, Salma Tannus Muchail, Maria Clementina Pereira Cunha, Rogério Miranda de Almeida, Oswaldo Giacóia Junior, Ivan Gomes Tavares, publicado pela editora UNIMEP, em 1995 e com 142 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: UNIMEP
Páginas: 142
Ano: 1995
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora UNIMEP costumam explorar temas densos e desafiadores, com um foco claro em abordagens críticas e reflexivas. O catálogo privilegia obras que investigam as complexidades do conhecimento, da cultura e da história, muitas vezes a partir de perspectivas filosóficas, jurídicas e pedagógicas. A leitura desses títulos exige atenção ao desenvolvimento de argumentos que dialogam com teorias clássicas e contemporâneas, revelando tensões e contradições internas. O tom é predominantemente acadêmico, mas não raro permeado por um esforço de tornar acessível o pensamento complexo, seja por meio de narrativas que misturam análise e relato histórico, seja pela articulação cuidadosa entre teoria e prática. Em geral, os textos apresentam ritmo mais contemplativo, exigindo do leitor uma postura ativa para acompanhar as reflexões propostas.
