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Foucault, História & Anarquismo

Título: Foucault, História & Anarquismo

Autor: Margareth Rago

Sinopse: Frequentemente, ouvimos os “foucaultianos” questionarem os possíveis vínculos entre Foucault e os anarquistas, afirmando que o filósofo jamais se disse anarquista, que recusava qualquer forma de territorialização sedentarizante e que, ademais, nunca se afiliou aos grupos anarquistas contemporâneos. Vários autores anarquistas, por outro lado, enxergam um Foucault profundamente libertário e ademais, propõem pensar o pós-estruturalismo como sendo “uma forma contemporânea de anarquismo”. Falando da sua experiência pessoal, o libertário Salvo Vaccaro afirma que o filósofo não só o aproximou do anarquismo, impedindo-o de “se fossilizar no caminho traçado de Bakunin a Malatesta”, como ensinou “uma utilização anarquista do texto teórico (…) sem respeito pela autoridade do Nome.”

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Foucault, História & Anarquismo”, de Margareth Rago, publicado pela editora Rizoma Editorial, em 2015 e com 87 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Rizoma Editorial

Páginas: 87

Ano: 2015

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8567293987

ISBN13: 9788567293981

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Margareth Rago convida a um mergulho atento em temas sociais e políticos que atravessam a vida cotidiana, especialmente a condição das mulheres e as tensões do poder. A prosa se mostra densa e argumentativa, com ritmo que alterna entre análises rigorosas e relatos históricos, criando uma experiência que exige reflexão crítica. A autora explora a interseção entre teoria e história, destacando a presença feminina em movimentos sociais e culturais, e problematizando conceitos como neoliberalismo e anarquismo sob uma perspectiva que valoriza a resistência e a subjetividade. O tom é ao mesmo tempo contundente e cuidadoso, sem perder a clareza, e o leitor é levado a questionar estruturas políticas e culturais vigentes. Há uma construção de personagens coletivos, como a classe operária e as mulheres em suas lutas, que ganha corpo por meio de pesquisas e depoimentos, tornando o material informativo e engajado.

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