
Título: Foucault's Pendulum
Autor: Umberto Eco
Sinopse: "Brilliant, funny, encompassing everything you ever wanted to know about practically everything (including numerology, James Bond's foes, and the construction of sewers), this book is both extraordinarily learned and well plotted. Sunday Times Endlessly diverting... Even more intricate and absorbing than his international bestseller The Name of the Rose. Time Brilliant... A novel that is deeper and richer than The Name of the Rose. New York Times An intellectual adventure story, as sensational, thrilling, and packed with arcana as Raiders of the Lost Ark or The Count of Monte Cristo. The Washington Post Umberto Eco is literature's great magician... He offers us many passages of brilliance, and treats us to a Shakespearean alternation of paroxysm and intimacy, madness and wisdom. There is something here for everyone. His genius affords his readers a selection of delights that will make their heads spin. Le Monde."--
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Foucault’s Pendulum”, de Umberto Eco, publicado pela editora Vintage, em 2001 e com 641 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vintage
Páginas: 641
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0099287153
ISBN13: 9780099287155
Sobre a editora
Os livros da editora Vintage oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. As sinopses sugerem um catálogo que transita entre o romance contemporâneo com temas de identidade e trauma, thrillers de investigação ambientados em ambientes de elite, e obras que exploram questões políticas e culturais profundas. O tom varia do intimista e reflexivo ao tenso e cheio de reviravoltas, com uma linguagem que pode ser tanto lírica quanto direta, dependendo do foco narrativo. Vintage parece privilegiar histórias que provocam reflexão sobre o indivíduo em seu meio social, com atenção a conflitos internos e externos, e que frequentemente apresentam uma ambientação rica em detalhes, seja em cidades modernas, sociedades históricas ou realidades políticas complexas.
