
Título: Fracta: Antologia Poética
Autor: Horacio Costa
Sinopse: O que temos nesta antologia é essencialmente a poesia de um mundo integrado. Se os principais pontos de referência são o ambiente rural brasileiro, a cidade de São Paulo, New Haven e Cidade do México, o olhar do poeta percorre a Grécia antiga, a Espanha do Século de Ouro, a China Imperial, a África e avança pelos icebergs da imensidão oceânica, com um toque épico bem peculiar. E assim como sua poesia se transporta pelo mundo macro do universo, a relação poesia/ciência vai lhe permitir incursionar pelo mundo micro, não sendo casual, portanto, o título ''''Fracta'''' (minúsculas partículas rebeldes) dado ao livro. Ele parece seguir, desde muito tempo, o fascínio desta relação de fragmentos ativados e moventes, que repercutem em mosaico, correspondências e desafios às leis do tempo/espaço. Aí se juntam também o sublime e o irreverente, reconhecimento das conexões e uma espécie de vertigem.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Fracta: Antologia Poética”, de Horacio Costa, publicado pela editora Perspectiva, em 2004 e com 276 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Perspectiva
Páginas: 276
Ano: 2004
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527306948
ISBN13: 9788527306942
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,372
- Altura (cm): 20,50
- Largura (cm): 15,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
