
Título: Fragmentos de uma Teoria da Arte
Autor: Hirano Sedi
Sinopse: Este livro examina teoricamente a questão do pré-capitalismo e do capitalismo na formação do Brasil colonial, centrando-se a discussão predominantemente em Marx e, eventualmente, em Weber. Antecipando as questões que serão desenvolvidas no decorrer do livro, na introdução o autor afirma que as palavras capitalismo e classes sociais foram elaboradas pelos economistas e historiadores franceses e ingleses para analisar os fenômenos econômicos resultantes do processo de desenvolvimento capitalista que principiara nos meados do século XVIII e se intensificara cumulativamente no século XIX. Capitalismo e classes sociais são categorias que pertencem à história do capital industrial e foram elaboradas conceitualmente para explicá-lo, realçando o primado do econômico sobre o político.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “Fragmentos de uma Teoria da Arte”, de Hirano Sedi, publicado pela editora Edusp, em 2008 e com 296 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Edusp
Páginas: 296
Ano: 2008
Edição: Artes e Cultura
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8531413036
ISBN13: 9788531413032
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Edusp oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e clareza didática, com obras que transitam entre análises detalhadas e abordagens acessíveis. O catálogo privilegia temas ligados às ciências humanas, artes, música, literatura e ciências sociais, apresentando desde estudos históricos e filosóficos até pesquisas interdisciplinares e ensaios críticos. Muitas obras adotam um tom reflexivo e aprofundado, com textos que exploram desde a teoria da arquitetura até a psicanálise aplicada à literatura, passando por correspondências históricas e análises sociológicas. O leitor encontra tanto narrativas densas e analíticas quanto textos que propõem conexões práticas e exemplificações, em formatos que vão do ensaio à coletânea documental.
