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Frankenstein: Primeira Versão de 1818

Título: Frankenstein: Primeira Versão de 1818

Autor: Mary Shelley

Sinopse: Romance de terror gótico com inspirações do movimento romântico, de autoria de Mary Shelley, escritora inglesa e esposa do poeta e ensaísta Percy Bysshe Shelley, relata a história de Victor Frankenstein, um estudante de ciências naturais que busca recriar um ser vivo, uma criatura, através do uso da ciência em seu laboratório. Mary Shelley escreveu «FRANKENSTEIN: O MODERNO PROMETEU» quando tinha apenas 19 anos. A obra foi elaborada após o encontro do casal Shelley com Lorde George Gordon Byron, 6º Barão Byron (1788-1824), em sua mansão às margens do lago Genebra, encontro este que produziu uma série de textos, poemas e romances de autoria de Byron, John Polidori (1795-1821), Percy e Mary Shelley, conforme relatado no "Prefácio" da edição de 1831. A obra foi publicada em 1818, sem o devido crédito para a autora em sua primeira edição, mas com um prefácio escrito por seu marido, Percy Bysshe Shelley e é esta primeira versão publicada, mais densa e completa, que a Editora Landmark lança nesta inédita edição. O romance obteve grande sucesso e gerou todo um novo gênero, tendo grande influência na literatura e na cultura popular ocidental. «FRANKENSTEIN: O MODERNO PROMETEU» aborda diversos temas ao longo de sua narrativa, sendo a mais gritante a relação entre a criatura e o seu criador, com óbvias implicações religiosas. Uma influência notável na obra é o poema épico «O Paraíso Perdido», de John Milton. A influência torna-se explícita tanto através da epígrafe que cita três versos do poema, quanto aparecendo diretamente no desenrolar da trama, sendo um dos livros que a criatura lê. Preconceito, ingratidão e injustiça também estão presentes. A criatura é sempre julgada por sua aparência, e agredida antes de ter a oportunidade de se defender. Por fim, a inevitabilidade do destino, tema muito desenvolvido na literatura clássica, é constantemente aludida ao longo da obra que se presta a múltiplas interpretações e leituras.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Frankenstein: Primeira Versão de 1818”, de Mary Shelley, publicado pela editora Landmark, em 2015 e com 393 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Landmark

Páginas: 393

Ano: 2015

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Mary Shelley é marcada por uma atmosfera gótica densa, onde a tensão entre a ambição científica e as consequências éticas se desenrola com ritmo envolvente e perturbador. A prosa alterna entre momentos introspectivos, que exploram o tormento interior de seus personagens, e cenas externas carregadas de conflito e horror, criando um contraste que mantém o leitor em constante inquietação. O foco emocional está na luta entre criador e criatura, revelando dúvidas profundas sobre responsabilidade, identidade e exclusão social, enquanto o leitor é convidado a questionar quem realmente é o monstro. Há uma construção cuidadosa dos personagens principais, especialmente do cientista obcecado e da criatura rejeitada, cujas vozes e dilemas se entrelaçam em um jogo de culpa e vingança. O catálogo oferece uma variedade de obras que, mesmo centradas em temas semelhantes, apresentam abordagens que vão do terror clássico ao suspense psicológico, com algumas versões mais visuais e outras mais reflexivas.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Landmark oferecem uma experiência de leitura que mescla clássicos da literatura com obras que exploram temas profundos e multifacetados. O catálogo privilegia narrativas que transitam entre o romance histórico e a reflexão filosófica, muitas vezes apresentadas em edições bilíngues ou com estrutura que convida à imersão cuidadosa. Há uma atenção clara à construção de personagens complexos, como mulheres em contextos sociais restritivos, e à exploração de dilemas morais e existenciais. O tom varia entre o contemplativo e o provocador, com textos que podem ser tanto densos e formais quanto instigantes e fragmentados, como em microficções e ensaios. A Landmark parece dialogar com leitores que buscam tanto o prazer da ficção clássica quanto o desafio de textos que questionam a condição humana e a sociedade.

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