
Título: French Lessons: Adventures with Knife, Fork, and Corkscrew
Autor: Peter Mayle
Sinopse: A delightful, delicious, and best-selling account of the gustatory pleasures to be found throughout France, from the beloved author of A Year in Provence. The French celebrate food and drink more than any other people, and Peter Mayle shows us just how contagious their enthusiasm can be. We visit the Foire aux Escargots. We attend a truly French marathon, where the beverage of choice is Château Lafite-Rothschild rather than Gatorade. We search out the most pungent cheese in France, and eavesdrop on a heated debate on the perfect way to prepare an omelet. We even attend a Catholic mass in the village of Richerenches, a sacred event at which thanks are given for the aromatic, mysterious, and breathtakingly expensive black truffle. With Mayle as our charming guide, we come away satisfied (if a little hungry), and with a sudden desire to book a flight to France at once.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “French Lessons: Adventures with Knife, Fork, and Corkscrew”, de Peter Mayle, publicado pela editora Vintage, em 2002 e com 240 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vintage
Páginas: 240
Ano: 2002
Edição: Reprint
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9780375705618
ISBN13: 9780375705618
Sobre a editora
Os livros da editora Vintage oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. As sinopses sugerem um catálogo que transita entre o romance contemporâneo com temas de identidade e trauma, thrillers de investigação ambientados em ambientes de elite, e obras que exploram questões políticas e culturais profundas. O tom varia do intimista e reflexivo ao tenso e cheio de reviravoltas, com uma linguagem que pode ser tanto lírica quanto direta, dependendo do foco narrativo. Vintage parece privilegiar histórias que provocam reflexão sobre o indivíduo em seu meio social, com atenção a conflitos internos e externos, e que frequentemente apresentam uma ambientação rica em detalhes, seja em cidades modernas, sociedades históricas ou realidades políticas complexas.
