
Título: Front 11: Violência
Autor: Henrique Kipper
Sinopse: Abordando o tema da Violência, a edição foi lançada em 27 de setembro, em São Paulo. Idealizada pelo quadrinhista e ilustrador Henrique Kipper e editada pela Via Lettera, a publicação trimestral, em sua nova fase, chega às livrarias com 96 páginas.O novo logotipo, design e "capa narrativa" - capa, contracapa e orelhas formam um painel seqüencial - indicam os caminhos doravante trilhados. O número 11 conta com autores consagrados como Lourenço Mutarelli, Jaca, Osvaldo Pavanelli e Gilberto Maringoni ao lado de revelações. É o caso de André Kitagawa, Fernando Mena, Maxx Figueiredo, Marcelo D'Salete, Samuel Casal e Marcelo de Andrade. "Com a confraternização entre artistas de correntes e até gerações distintas, o álbum traz o que há de mais moderno sem se afastar da linha evolutiva da boa HQ brasileira", afirma Kipper. Além das HQs, o Front agora apresenta ensaios relacionados ao tema em questão. O escritor e ensaísta Eugênio Trivinho colabora com um artigo intitulado Velocidade e violência. Outra presença é a do cronista e publicitário Artur de Carvalho.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Front 11: Violência”, de Henrique Kipper, publicado pela editora Via Lettera, em 2002 e com 96 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Via Lettera
Páginas: 96
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Via Lettera costumam oferecer uma leitura que mistura narrativa detalhada e rigor conceitual, transitando entre biografias ficcionais, quadrinhos autorais e ensaios que exploram a psicanálise e a cultura pop. O catálogo apresenta obras que se destacam pela densidade temática, como histórias ambientadas em períodos históricos marcantes, reflexões sobre a criatividade e a experiência humana, além de narrativas gráficas que vão do humor ácido à fantasia épica. O tom varia entre o contemplativo e o crítico, com ritmo que pode ser tanto introspectivo quanto dinâmico, dependendo do gênero. A Via Lettera parece valorizar textos que convidam à reflexão, seja por meio de relatos pessoais, análises técnicas ou aventuras que exploram universos paralelos e dimensões alternativas.
