
Título: Fronteira Amazônica. A Derrota Dos Índios Brasileiros
Autor: Huchet Stéphane
Sinopse: A história e a teoria da arte existem no cruzamento de várias sensibilidades pensantes. Fragmentos de uma Teoria da Arte, organizado em duas partes, Vedute e O Fim da Arte , propõe alguns textos, inéditos em português, selecionados no contexto crítico francês. Seus capítulos mostram como o olhar sobre a arte, seus contextos, suas relações intra e extra-artísticas, seus estratos conceituais, promovem um infindável jogo de enunciados no qual a densa produção do sentido constitui o gesto predominante. O livro tenta esboçar um retrato das questões que atravessam a reflexão de alguns pesquisadores-pensadores. Eles nos mostram a importância do diálogo da arte com outras áreas afins, de modo que possamos ampliar nosso pensamento acerca de sua história, de seu sentido e de seu sistema.
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “Fronteira Amazônica. A Derrota Dos Índios Brasileiros”, de Huchet Stéphane, publicado pela editora Edusp, em 2012 e com 312 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: Edusp
Páginas: 312
Ano: 2012
Edição: Hist—ria e Geografia
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8531411335
ISBN13: 9788531411335
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,390
- Altura (cm): 25,00
- Largura (cm): 18,00
- Espessura (cm): 1,80
Sobre a editora
Os livros da editora Edusp oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e clareza didática, com obras que transitam entre análises detalhadas e abordagens acessíveis. O catálogo privilegia temas ligados às ciências humanas, artes, música, literatura e ciências sociais, apresentando desde estudos históricos e filosóficos até pesquisas interdisciplinares e ensaios críticos. Muitas obras adotam um tom reflexivo e aprofundado, com textos que exploram desde a teoria da arquitetura até a psicanálise aplicada à literatura, passando por correspondências históricas e análises sociológicas. O leitor encontra tanto narrativas densas e analíticas quanto textos que propõem conexões práticas e exemplificações, em formatos que vão do ensaio à coletânea documental.
