
Título: Fugitive Color: (Cor Fulgaz)
Autor: Z.A. Maxfield
Sinopse: Max Lancaster's neighbor--his muse, the young ballerina Elena--has gone missing. Between secrets from his past and the fact that he's altering his paintings in his sleep, Max is worried that he's lost his mind. By the time forensic artist Sumner Ellison arrives as part of the investigation even Max can see himself in the role of "person of interest." Sumner Ellison doesn't believe that Max killed Elena, yet he isn't certain Max is entirely sane. Sumner offers Max oblivion in bed and unflinching honesty. Max takes what Sumner offers, losing himself in the younger man's body while hiding his heart from Sumner's love. When doubt pulls them apart, it takes the all of Max's passion and the purity of Sumner's faith to find answers create a love that won't fade away over time.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Fugitive Color: (Cor Fulgaz)”, de Z.A. Maxfield, publicado pela editora Loose Id, em 2010 e com 147 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Loose Id
Páginas: 147
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1607375753
ISBN13: 9781607375753
Sobre a editora
Os livros da editora Loose Id convidam o leitor a mergulhar em narrativas marcadas por relações humanas intensas e conflitos emocionais profundos, muitas vezes em contextos contemporâneos com toques de fantasia ou suspense. As histórias apresentam personagens que enfrentam dilemas internos e externos, como o medo da rejeição, segredos do passado e desafios sociais, tudo isso permeado por um clima de tensão afetiva e desejo. O catálogo sugere uma preferência por enredos que exploram a complexidade das relações amorosas, frequentemente com múltiplos protagonistas e dinâmicas que oscilam entre o drama e momentos de leveza ou humor. O tom varia do íntimo e reflexivo ao erótico e provocativo, com ritmo que pode ser tanto intenso quanto contemplativo, dependendo da obra.
