
Título: Função Estética da Luz
Autor: Roberto Gill Camargo
Sinopse: Função Estética da Luz", de Roberto Gill Camargo, é sem dúvida a obra mais completa que até hoje tratou do assunto no Brasil. Em amplo descortino, propicia uma compreensão cabal do papel da iluminação na montagem teatral, a fim de que esta possa propiciar visualmente os significados e os efeitos propostos pelo diretor e/ou dramaturgo para a concretização da peça na incorporação interpretativa. Mas também, ao mesmo tempo, o exame assim realizado, e à base dos elementos aí discernidos, projeta e promove uma revisão crítica dos caminhos que a arte do teatro, em seu processo de espetacularização, vem trilhando no curso do tempo. O artista, o estudante e o analista da arte cênica têm assim, a seu dispor, um instrumento valioso para pensar e realizar, na escritura e na atuação, os seus projetos na feitura cênica do teatro em cena. (J. Guinsbur)
Contexto da obra
Na área de Cinema e Artes Performáticas, livros como este costumam ampliar repertório e leitura crítica. “Função Estética da Luz”, de Roberto Gill Camargo, publicado pela editora Perspectiva, em 2020 e com 192 páginas, integra a categoria Livros de Cinema e Artes Performáticas. Esse contexto costuma ser útil para entender melhor o alcance formativo e interpretativo do livro.
Editora: Perspectiva
Páginas: 192
Ano: 2020
Edição: Artes e Cultura
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527309645
ISBN13: 9788527309646
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,203
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
