
Título: Fushigi Yûgi #10: Terrível separação
Autor: Yuu Watase
Sinopse: Seja bem vindo ao mangá Fushigi Yûgi. Talvez você ainda não tenha percebido, mas esta revista é diferente das outras que você já leu. Isso acontece porque este é um mangá, ou seja, uma história em quadrinhos feita no Japão, que possui suas próprias características. Por exemplo: os quadrinhos são, em sua maioria, desenhados a nanquim, por isso os mangas são publicados em preto e branco. Ao ler esta revista você vai perceber outra característica dos mangas: o traço estilizado dos personagens e os olhos em muitos casos maiores, para passar maior expressividade em caso de espanto ou raiva, por exemplo. Mas, atenção! Existem algumas diferenças entre ler uma história em quadrinhos brasileira e um mangá. A principal é que devemos sempre ler da direita para a esquerda. Pode parecer um pouco estranho no começo, mas logo você vai se acostumar a ler este manga de verdade! Fushigi Yûgi. é um sucesso no mundo inteiro, e agora você vai descobrir o porquê!
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Fushigi Yûgi #10: Terrível separação”, de Yuu Watase, publicado pela editora Conrad, em 2002 e com 103 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Conrad
Páginas: 103
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Conrad costumam apresentar narrativas que transitam entre o fantástico, o histórico e o cultural, muitas vezes com um tom gráfico ou visual marcante. O catálogo traz desde histórias que exploram tragédias reais, como massacres políticos, até aventuras urbanas e mistérios ambientados em cidades imaginárias ou subterrâneas. Há uma presença significativa de quadrinhos, mangás e graphic novels, que mesclam ação, fantasia e dramas pessoais, além de obras que dialogam com a cultura pop, música e videogames. A leitura tende a variar entre o mais narrativo e o mais informativo, com textos que ora exploram a dimensão emocional dos personagens, ora apresentam reflexões filosóficas e sociais. A Conrad parece privilegiar histórias que envolvem conflitos intensos, sejam eles internos, sociais ou sobrenaturais, com um ritmo que pode ser tanto ágil quanto contemplativo, dependendo da obra.
