
Título: Gangues e jovens criminosos
Autor: Haroldo J. Rahm
Sinopse: Neste livro Pe. Haroldo apresenta sua vida – como o “Padre da bicicleta” – e sua equipe no trabalho com gangues violentas, especialmente em El Paso (Texas), com o objetivo de inibir sua formação e de eliminá-las. Essa experiência, que ajudou a extinguir o movimento de gangues em várias cidades, o motivou a compartilhar algumas histórias. E o trabalho continua: Pe. Haroldo e sua equipe procuram aliviar a problemática das drogas, das cracolândias e facções criminosas, inclusive as gangues, mediante programas de conscientização, prevenção e recuperação desenvolvidos pela APOT (Associação Promocional Oração e Trabalho). “A coragem, maior que o medo, e a força tão grande quanto a minha fé e de minha equipe nos inspiram a acreditar no sucesso do trabalho contínuo e em nosso sonho de paz e alegria.” Haroldo J. Rahm, SJ
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Gangues e jovens criminosos”, de Haroldo J. Rahm, publicado pela editora Edições Loyola, em 2018 e com 56 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 56
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515045257
ISBN13: 9788515045259
- Encadernação: GRAMPO
- Peso (kg): 0,080
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,30
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
